terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Cama Alkaseltzer


Esta é a proposta néo-modernista que faço para um presente suis generis passível de ser oferendado no dia de São Valentim. Como vêem, trata-se de uma solução que alia a arte, a inovação, o utilitarismo e, sobretudo, a originalidade. É um design que eu, sem qualquer vergonha, roubei algures, já nem sei de onde, e chamei-lhe: Cama Alkaseltzer.
Como podem observar, o casal já fez amor, o bébé já nasceu e cabe lindamente entre as pernas da mãe. A maior vantagem desta cama é a de que alia o conforto com as funcionalidades de um roupeiro, e fecha-se como uma mala que pode ser arrumada em qualquer sítio, inclusive num armário.
Do género desta solução, só conheço algo que, embora vagamente, lembra as camas pneumáticas, munidas de uma bomba eléctrica, que insuflam e desinsuflam em três minutos. Também podem revelar-se ideais em situações de emergência em que o casal não tem uma cama para dormir; e, inclusive, podem muito bem substitui-la com carácter permanente, o que nem sempre é bom. O maior senão destas últimas, se usadas durante muito tempo, é o de que provocam efectivamente azia tout court. Desaconselha-se pois o seu uso prolongado.
Vou tomar uma colher de Sais de Frutos, já volto...
Alkaseltzer [in Saint Valentine's Day]

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